Ciente de sua missão na produção de alimentos, De Heus mantém suas atividades em meio à pandemia do novo coronavírus

Medidas de combate foram reforçadas para manter a produção e comercialização de alimentos

 

As atividades das agroindústrias no Brasil e no mundo se mantêm mesmo diante da pandemia do coronavírus, mas com cuidados e atenção redobrada. Diante deste cenário, o Grupo Royal De Heus, que mantém posição de liderança na indústria de nutrição animal, permanece com o compromisso de apoiar seus clientes para que juntos possam oferecer, de forma contínua e segura — dentro das medidas de proteção estabelecidas pela Organização Mundial da Saúde —, produtos e serviços da mais alta qualidade.

A empresa, está atuando em dois grupos de pessoas: aquelas que conseguem trabalhar home office e os que precisam ir até as fábricas e o laboratório. Segundo Co de Heus — CEO da multinacional holandesa —, os colaboradores que precisam sair de suas casas estão sendo orientados a tomar todas as precauções necessárias para se preservarem.

Como formas de proteção, a multinacional cancelou as viagens e visitas de fornecedores, também adotou medidas para evitar aglomeração no horário de almoço. Além de reforçar a higienização em ambientes comuns e oferecer informativos diários, instalou mais pontos de álcool em gel em locais estratégicos e tem acompanhado o estado de saúde dos familiares dos funcionários.

Neste momento, o deslocamento só é permitido sob caráter urgente e com permissão da diretoria. Já os motoristas passam por um processo de medição de temperatura corporal na entrada de cada unidade, recebem orientações preventivas, contam com locais higienizados com maior frequência, além de pontos específicos para acompanhar o carregamento e descarregamento e horários de carga e descarga alternados para evitar aglomerações.

Em termos de produção e fornecimento de produtos, a De Heus mantém o compartilhamento constante de informações entre unidades e departamentos, com o intuito de garantir a segurança de todos os envolvidos, bem como entregas adequadas aos clientes, que são parte fundamental da cadeia de alimentação. "Sabemos que o momento requer adaptação e muita atenção. Com rapidez e eficácia, nos ajustamos aos acontecimentos. Dificuldades podem vir a surgir, mas com a união de todo o time, temos certeza de que iremos superar cada obstáculo", afirma Rinus Donkers — presidente da De Heus Brasil e diretor América Latina.

Com isso, a De Heus continuará dando assessoria e fornecendo nutrições para os segmentos da produção animal (suínos, bovinos de corte e de leite, frangos e poedeiras) normalmente, pois entende a importância do papel dos produtores neste momento em que o Brasil e o mundo vivem uma emergência em saúde. Mantendo suas atividades, a companhia quer contribuir para que o país não sofra com o desabastecimento de alimentos no mercado.

Ao ser perguntado sobre as consequências comerciais da pandemia, Co de Heus explica que neste momento a maior preocupação é que as pessoas se mantenham saudáveis, "pois só assim poderemos manter nossa produção. De qualquer forma, espero que em dois meses a doença esteja sob controle e a vida possa retomar a normalidade".

Segundo ele, há alguns aspectos positivos da restrição social: as pessoas podem passar mais tempo com suas famílias e a sociedade pode ver, mais uma vez, a importância da cadeia do abastecimento alimentar. "O terceiro aspecto é que temos como objetivo viajar 30% menos neste ano, o que é uma ótima oportunidade de aprender a trabalhar mais com a ajuda da tecnologia, e isso, no futuro, nos ajudará a poupar muito tempo, custos e reduzir as emissões de CO2", completa.

Sobre a De Heus — o grupo Royal De Heus é uma organização internacional de origem holandesa que mantém posição de liderança na indústria de nutrição animal. Fundada em 1911, acumula experiência de mais de 100 anos em ciência e nutrição animal e está presente em mais de 75 países, sempre com tecnologias inovadoras e de sucesso entre os produtores. Emprega mais de 5 mil pessoas e está entre as Top 11 empresas de alimentação animal no mundo.

No Brasil, são seis unidades industriais: Rio Claro/SP (2), Apucarana/PR, Toledo/PR, Guararapes/SP e, agora, Itaberaí/GO; uma unidade administrativa em Campinas/SP e um centro de distribuição em Caruaru/PE.