Ceará gera 33 mil vagas de emprego no 1º semestre e tem 2º maior saldo do Nordeste

Apenas em junho, o Ceará gerou 9,7 mil vagas de emprego. O número é fruto de 38 mil admissões contra 28,3 mil demissões

Com 221 mil admissões e 187,7 mil desligamentos de janeiro a junho de 2021, o mercado de trabalho formal cearense ganhou, no primeiro semestre deste ano, 33,2 mil vagas de emprego.

Foi o segundo maior saldo semestral entre os estados da região Nordeste, atrás apenas da Bahia (70,1 mil vagas).

VEJA O RANKING DO NORDESTE:

  • Bahia: 70,1 mil vagas
  • Ceará: 33,2 mil vagas
  • Maranhão: 20 mil vagas
  • Pernambuco: 19,4 mil vagas
  • Piauí: 14,8 mil vagas
  • Rio Grande do Norte: 12,3 mil vagas
  • Paraíba: 7,2 mil vagas
  • Sergipe: 877 vagas
  • Alagoas: -5,5 mil vagas

Os dados fazem parte do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e foram divulgados nesta quinta-feira (29) pelo Ministério da Economia.

Apenas em junho, o Ceará gerou 9,7 mil vagas de emprego com carteira assinada. O número é fruto de 38 mil admissões contra 28,3 mil demissões. É maior saldo de vagas mensal no Ceará desde fevereiro deste ano, quando foram geradas no mercado foram 11,2 mil postos de trabalho.

BRASIL

No País, o mercado de trabalho formal registrou um saldo positivo de 309.114 carteiras assinadas em junho.

O resultado do mês passado decorreu de 1,601 milhão de admissões e 1,291 milhão de demissões. Em junho do ano passado, em meio à primeira onda da pandemia de covid-19 no País, houve fechamento de 30.448 vagas com carteira assinada.

No acumulado do primeiro semestre de 2021, ao saldo do Caged já é positivo em 1,536 milhão vagas. Nos seis primeiros meses do ano passado, houve destruição líquida de 1,198 milhão postos formais.

Com 221 mil admissões e 187,7 mil desligamentos de janeiro a junho de 2021, o mercado de trabalho formal cearense ganhou, no primeiro semestre deste ano, 33,2 mil vagas de emprego.

Foi o segundo maior saldo semestral entre os estados da região Nordeste, atrás apenas da Bahia (70,1 mil vagas).

VEJA O RANKING DO NORDESTE:

  • Bahia: 70,1 mil vagas
  • Ceará: 33,2 mil vagas
  • Maranhão: 20 mil vagas
  • Pernambuco: 19,4 mil vagas
  • Piauí: 14,8 mil vagas
  • Rio Grande do Norte: 12,3 mil vagas
  • Paraíba: 7,2 mil vagas
  • Sergipe: 877 vagas
  • Alagoas: -5,5 mil vagas

Os dados fazem parte do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e foram divulgados nesta quinta-feira (29) pelo Ministério da Economia.

Apenas em junho, o Ceará gerou 9,7 mil vagas de emprego com carteira assinada. O número é fruto de 38 mil admissões contra 28,3 mil demissões. É maior saldo de vagas mensal no Ceará desde fevereiro deste ano, quando foram geradas no mercado foram 11,2 mil postos de trabalho.

BRASIL

No País, o mercado de trabalho formal registrou um saldo positivo de 309.114 carteiras assinadas em junho.

O resultado do mês passado decorreu de 1,601 milhão de admissões e 1,291 milhão de demissões. Em junho do ano passado, em meio à primeira onda da pandemia de covid-19 no País, houve fechamento de 30.448 vagas com carteira assinada.

No acumulado do primeiro semestre de 2021, ao saldo do Caged já é positivo em 1,536 milhão vagas. Nos seis primeiros meses do ano passado, houve destruição líquida de 1,198 milhão postos formais.

SETORES

A abertura líquida de 309.114 vagas de trabalho com carteira assinada em junho no Caged foi novamente puxada pelo desempenho do setor de serviços no mês, com a criação de 125.713 postos formais, seguido pelo comércio, que abriu 72.887 vagas. Já a indústria geral abriu 50.145 vagas em junho, enquanto houve um saldo de 38.005 contratações na agropecuária. Na construção civil, foram criadas 22.460 vagas no mês.

No sexto mês do ano, todas as 27 Unidades da Federação obtiveram resultado positivo no Caged. O melhor desempenho foi registrado em São Paulo novamente, com a abertura de 105.547 postos de trabalho. Já o menor saldo foi o do Amapá, que registrou a criação de 377 vagas em junho. O salário médio de admissão nos empregos com carteira assinada passou de R$ 1.807,88, em maio, para R$ 1.806,29 em junho.

Fonte: Diário do Nordeste 

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