ACESU REALIZA 1º FÓRUM DE PREVENÇÃO DE PERDAS

Em outubro, a Associação Cearense de Supermercados (ACESU) realizou o 1o Fórum de Prevenção de Perdas. A iniciativa aconteceu na CDL Fortaleza e contou com o apoio da Associação Brasileira de Prevenção de Perdas (ABRAPPE).

O fórum reuniu nomes locais e nacionais de referência no mercado para debater o tema, são eles: Nidovando Pinheiro, presidente da ACESU; Severino Neto, diretor presidente do Mercadinhos São Luiz; Carlos Eduardo, presidente da Associação Brasileira de Prevenção de Perdas (ABRAPPE); Keila Prates, superintendente da Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ) e Conselheira da ABRAPPE, e Bruno Silva, diretor da ABRAPPE e Presidente do Comitê de Prev. De Perdas da Assoc. Mineira de Supermercados.

Nidovando Pinheiro, presidente da ACESU, comenta sobre a importância de debater a temática. “A prevenção de perdas em supermercados é a melhor estratégia para evitar extravios e avarias que podem prejudicar o faturamento. Não é uma tarefa fácil, é preciso avaliar uma série de fatores. Mas ao implementar as práticas de prevenção de perdas, o supermercadista pode reduzir os prejuízos em até 80%”.

Para o presidente do Mercadinhos São Luiz e membro da diretoria da Acesu, Severino Ramalho Neto, a perda é uma das principais causas de quebra no setor. “Nosso segmento trabalha com muitos produtos e o controle desses itens é muito complexo. Trazer esse tipo de discussão para a classe através de experiências e técnicas de outras regiões do Brasil é de grande valor para o nosso segmento”, afirma.

A prevenção de perdas em supermercados envolve processos que incluem desde a organização e planejamento das prateleiras até a fiscalização para prevenção de furtos.

Conforme a última pesquisa de Perdas no Varejo Brasileiro de Supermercados realizada pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), os supermercados registram 1,79% de perdas sobre o faturamento bruto, o que representa um índice de, em média, R$ 7,6 bilhões.

Ainda de acordo com os dados, dentre as principais causas de perdas estão: quebra operacional, 47,9%; furto externo, 16,0%; erros de inventário, 10,2%, erros administrativos, 9,5%; e furto interno, 7,4%. Os itens que mais sofreram perdas em valor e quantidade no ano de 2020, de acordo com a pesquisa, foram: refrigerantes, cervejas, cortes bovinos (exceto picanha), pilhas e baterias, chocolates em barra ou tabletes, e queijos.

 

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